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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Fundação Eugénio de Almeida apresentou arte sacra no Norte Alentejano

A Fundação Eugénio de Almeida apresentou, ontem, às 18 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Avis, os resultados do projecto de Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora relativo aos concelhos de Mora, Avis, Ponte de Sôr e Fronteira.

A sessão incluiu a apresentação do trabalho desenvolvido ao longo de quatro meses em diversas igrejas, capelas e outras instituições religiosas daqueles concelhos, bem como o lançamento do livro Arte Sacra no Alentejo Norte.

Ao coordenador técnico-científico do Inventário, Artur Goulart de Melo Borges, coube apresentar os resultados de mais uma etapa concluída do Inventário dos bens artísticos diocesanos que a Fundação Eugénio de Almeida começou a desenvolver em 2002: “um longo caminho de descoberta de um legado através do qual se expressou a fé de uma comunidade, e se construiu todo um referencial artístico e cultural representativo da identidade e da cultura portuguesas”, assegurou o presidente do Conselho de Administração da FEA, cónego Eduardo Pereira da Silva.

Seguiu-se uma comunicação de Jorge Rodrigues, historiador e autor do texto enquadrador que abre o livro Arte Sacra no Alentejo Norte. Profusamente ilustrada, esta edição dá a conhecer as peças de maior valor artístico e/ou devocional dos acervos estudados, incluindo também textos de Jorge Moleirinho, Paulo Valente e Susana Nogueira, membros da equipa de projecto. 

De entre elas, destaca-se uma Nossa Senhora do Rosário, da Igreja de São Barnabé, testemunho expressivo de uma veneração profundamente enraizada na nossa espiritualidade enquanto povo, mas também da mestria daqueles que, através da linguagem da beleza e dos símbolos, revelaram a profunda sintonia que existe entre a Fé e a Arte.

Conforme refere Eduardo Pereira da Silva, na abertura do livro: “O Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora constitui o ponto de partida para o conhecimento concreto e extensivo deste património, com vista não só à identificação e divulgação dos vários acervos, mas também à sensibilização para a preservação e salvaguarda dos seus valores e para a necessidade da sua valorização cultural. Proteger, dinamizar, promover e dar a fruir este legado ancestral será sempre uma tarefa inacabada e, por isso, um desafio permanente ao serviço do interesse público.”

 



publicado por noticiasevora às 19:24
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